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"title": "O que significa geo-targeting no mundo omnichannel"
"date": "2018-01-12T16:14:52+00:00"
"url": "https://www.criteo.com/br/blog/o-que-significa-geo-targeting-no-mundo-omnichannel/"
"description": "O geo-targeting faz com que o varejo impacte muito mais o consumidor. Uma ideia é criar fronteiras virtuais para promoções. Conheça outras ideias neste artigo."
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"author": "Valery Cademartori"
"category": "Ad Tech"
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No mundo mobile, os consumidores são alvos que se movimentam entre ruas virtuais.




O geo-targeting no desktop foi revolucionário: os anúncios na internet passaram a ser mais relevantes com base na localização do usuário. Hoje, com recursos de GPS e Bluetooth integrados a todo smartphone, os varejistas estão refinando suas estratégias omnichannel para impactar consumidores em locais e situações específicas, muito além do desktop. Veja quatro maneiras de como o varejo atualmente utiliza a tecnologia de geo-targeting para impactar o consumidor com mais eficácia:




### 1. **Localização de alvos em movimento.**




Acessando serviços baseados em localização no smartphone, o anunciante pode acompanhar a jornada de compras. O pulo do gato está em convencer o consumidor a mudar de rota.




Digamos que uma rede de pizzarias local decida oferecer promoções especiais para encorajar o consumidor a pagar com determinado app – habilitado para serviços de geolocalização. Um dia, andando pela rua, você recebe pelo smartphone uma oferta tão tentadora que não vai resistir àquela pizza de pepperoni que você ama. É assim que funciona a tecnologia de geolocalização.




Os consumidores ainda são cautelosos quanto a compartilhar suas coordenadas. Porém, muitos ficarão felizes em abrir mão de certa privacidade em troca de promoções personalizadas, ainda mais podendo pagar via smartphone.




### 2. **Construção de fronteiras virtuais.**




Digamos que você esteja no shopping. Você entra em uma sapataria e, segundos depois, recebe uma notificação de um app no smartphone: 20% de desconto em qualquer sapato na loja concorrente do outro lado do corredor.




A loja que oferece cupons de desconto configurou uma cerca virtual geográfica — uma fronteira virtual por GPS em torno da concorrência. Essa abordagem agressiva de geo-fencing é conhecida como “geo-conquesting” — uma tática normalmente implantada em torno da concorrência para encorajar o consumidor a andar um pouquinho mais para aproveitar descontos ou promoções imperdíveis.




As geo-fences, e a geolocalização em geral, podem ser usadas de várias formas. Se estiver caminhando pela rua e encontrar uma marca parceira da sua pizzaria favorita (por exemplo, uma sorveteria com fabricação artesanal), você poderá receber uma notificação por push perguntando “Que tal uma paradinha para se refrescar?”. E por que não?




### 3. **Configuração de beacons.**




Os apps ajudam cada vez mais o consumidor a encontrar o que ele precisa e ama no mundo real. O varejista pode até mesmo configurar “beacons” para levar o consumidor até o local exato do produto que está procurando.




As geo-fences são úteis para segmentar usuários de aplicativos em grandes áreas. No entanto, os beacons são mais precisos, utilizando bluetooth para enviar notificações por push dentro de microlocalizações.




Usando beacons, o varejo físico pode atrair clientes de apps com ofertas e recomendações na porta. A Sephora, varejista do setor de beleza, usa a tecnologia de beacons para reconhecer quando os usuários do app estão em uma loja. Ela mostra um mapa da loja, o carrinho de compras online e uma lista de desejos, bem como promoções atuais.




### 4. **Uso de lojas físicas como showrooms.**




Certamente, alguns dos consumidores da Sephora podem estar na loja apenas para dar uma olhadinha e conferir as novas makes que comprarão mais tarde online. Em um mundo onde as compras online superam cada vez mais as vendas offline, o varejista muitas vezes tem dificuldade para determinar a relação custo-benefício de manter uma presença física. Hoje, mais do que nunca, o consumidor trata a loja física como showroom — um local onde pode ver, tocar e testar produtos, para depois fazer a compra online.




Com o geo-targeting, o varejista pode fazer um link entre a visita à loja física e a venda online. Para determinar se a presença física vale a pena, ele pode analisar o comportamento do consumidor dentro da loja, observando os itens que ele procura, e ver se esse consumidor finaliza a compra através do app ou da web.




### 5. **Cuidado com a marcação geográfica excessiva.**




É preciso tomar cuidado com o excesso de notificações baseadas em localização, que podem ser invasivas, insensíveis ou abusivas. Se você estiver apressado para uma reunião de trabalho e receber notificações de varejistas o tempo todo, poderá ficar irritado. Por outro lado, se estiver na rua e começar a chover, ficará feliz em saber que há uma loja pertinho com uma ótima promoção de guarda-chuva.




Usando as mídias sociais, o histórico do usuário e até mesmo detalhes, como o tempo e a hora do dia, você poderá personalizar a abordagem de geo-marketing. À medida que as marcas se voltam cada vez para o mundo omnichannel, procure-as para impactar consumidores no lugar certo, na hora certa, com sensibilidade e presença de espírito.




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