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"title": "Previsões da Criteo para 2017 – Uma análise de como elas estão 1 ano depois"
"date": "2018-01-15T16:31:10+00:00"
"url": "https://www.criteo.com/br/blog/previsoes-da-criteo-para-2017-uma-analise-de-como-elas-estao-1-ano-depois/"
"description": "Em 2017, fizemos seis importantes previsões sobre o que aconteceria durante o ano em termos de marketing para e-commerce. Vamos ver se elas se realizaram."
"image": "https://www.criteo.com/br/wp-content/uploads/sites/5/2018/01/pexels-photo-534031.jpeg"
"author": "Valery Cademartori"
"category": "Atualizações da Criteo"
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É sempre bom refletirmos sobre o ano anterior. E como já olhamos para 2018, vamos relembrar onde estávamos em janeiro de 2017.




Na Criteo, fizemos seis importantes previsões sobre o que aconteceria durante o ano em termos de marketing para e-commerce. Examinamos como os consumidores estavam usando dispositivos mobile, a importância crescente dos dados e outras tendências relevantes.




Dessa forma, enquanto publicamos as [oito maiores tendências que acreditamos para 2018](http://www.criteo.com/br/wp-content/uploads/sites/5/2018/01/2018-Criteo-Trends-BR.pdf), decidimos refletir sobre nossas seis previsões para 2017.




Veja o que encontramos:




### **1. Os consumidores vão usar o mobile para fazer compras com alto valor agregado.**




Dados de compras de vários estudos indicam que os consumidores já se sentem igualmente confortáveis para comprar itens caros usando seus smartphones. Segundo dados da [Statista](https://www.statista.com/statistics/239247/global-online-shopping-order-values-by-device/), no segundo trimestre de 2017, os consumidores gastaram em torno de US$ 100 em compras online via dispositivos mobile nos EUA. O valor médio dos pedidos foi de US$ 100,75 em smartphones e de US$ 108,18 em tablets. Em nossa [Análise do Comércio Global](https://www.criteo.com/blog/global-commerce-review-map/), você pode ver informações detalhadas sobre o crescimento mobile e cross-device em doze regiões no terceiro trimestre de 2017.




### **2. Os varejistas buscarão oportunidades para compartilhar recursos diante da forte concorrência da Amazon.**




Nosso [relatório de Insights da Forbes](http://www2.criteo.com/vibrant-future) mostrou que mais de 60% das marcas e varejistas estão combinando ativos de dados, pois acreditam que, dessa forma, poderão aumentar a receita, o lucro e a satisfação do cliente.




Conforme o relatório, os varejistas estão cada vez mais preocupados com a concorrência de empresas como a Amazon, que dispõem de enormes quantidades de dados dentro de “walled gardens” (jardins murados).




### **3. O formato de anúncios PLA (Product Listing Ads) patrocinado pelo Google vai se tornar um canal essencial para a aquisição de clientes.**




[**O relatório mais recente da Merkle sobre marketing digital**](https://www.merkleinc.com/thought-leadership/digital-marketing-report) mostra que o formato de anúncios PLA gerou a maioria (53%) dos cliques de paid search do Google nos EUA no terceiro trimestre de 2017.




E, para varejistas no segmento não voltado a marcas, o share de PLAs foi muito maior (77%).




### **4. Os anúncios em vídeo aumentarão o ROI, utilizando todo o potencial da tecnologia programática.**




As compras de vídeo programático veem ampla adoção e responderam por 45% do share de vídeo digital nos EUA, conforme [um estudo realizado pelo IAB](https://www.iab.com/wp-content/uploads/2017/05/2017-IAB-NewFronts-Video-Ad-Spend-Report.pdf). A parcela restante se refere ao gasto de anunciantes diretamente com sites de vídeo premium.




Com a tecnologia programática, os anunciantes agora podem criar milhares de combinações de mensagens e animações para otimizar anúncios em vídeo em tempo real, oferecendo uma experiência do usuário altamente personalizada.




### **5. As marcas de fabricantes demandarão mais transparência em relação aos orçamentos de trade marketing.**




Em 2017, as marcas começaram a dar mais valor a brand safety, à medição de anúncios e ao ROI.




O Facebook e o Google atualmente parecem ser os principais beneficiários, pois as marcas querem investir em plataformas que demonstram crescimento de vendas em escala. No entanto, preocupações recentes em relação a brand safety mostram que há oportunidades para outros atores também, particularmente para empresas que possam fornecer a tecnologia de branding para a construção consistente da marca, bem como atender às metas em relação ao ROI.




### **6. Os mercados desenvolvidos priorizarão o mobile em relação ao desktop, ditando o padrão para mercados emergentes.**




Esperávamos que a maioria dos varejistas online se tornasse “mobile-first” em 2017. A Criteo acredita que isso aconteceu. Muitas empresas mais reticentes quanto a adotar o mobile construíram sites voltados para essa tecnologia. Talvez por conta da notícia de que o Google está criando um “index” que será otimizado para navegação mobile.




### **Reflexões sobre nossas previsões**




De forma geral, acertamos em nossas previsões para 2017. Olhando para 2018 e além, os varejistas deverão investir na aquisição de recursos para reduzir sua dependência em relação a “walled gardens”. A longo prazo, isso será vital para concorrer no acirrado mercado e proteger o market share.
